domingo, 21 de julho de 2013

Freud explica?

A História, de modo geral, nunca é contada como um todo. Existe sempre um lado “certo” ou “bom” e um lado “mau” e “ruim”. Vemos isso desde que o mundo é mundo e os humanos habitam a Terra: sempre um dos lados é tido como verdadeiro,  muita das vezes ignorando o outro lado; o lado do “perdedor”.
O “vencedor” – aquele que conseguiu impor sua força sobre os demais – é aquele que detêm a voz, o poder de contar sua versão, e assim, criar ou modificar um fato.  Quem se cala, ainda que esteja certo, automaticamente é tido como errado, por apenas ter preferido não se desgastar em contar e recontar a mesma história, até que todos a tenham como verdade.
Talvez meu pecado seja a preguiça de gritar aos quatro ventos tudo que se passa na minha vida;  gerar satisfações e justificativas a cada atitude minha àqueles que se acham no direito de serem possuidores de mim. Talvez meu pecado seja apenas assistir enquanto mentiras e calúnias são ditas, fatos distorcidos, suposições feitas e teorias mirabolantes elaboradas.

Por que para a maioria das pessoas, é mais fácil apenas acreditar em quem está presente, a buscar lapidar a verdadeira verdade. Enquanto isso continuo aqui, me fingindo de cega, surda, muda; fazendo de conta que no fim das contas, algo sobre tudo isso fará sentido.

sábado, 6 de julho de 2013

Não só de votos se faz um país...

“O gigante acordou!”, “Vem pra Rua!” e “Queremos escolas e hospitais no padrão Fifa” sem sombra de dúvida foram as frases mais ditas pelos brasileiros no ultimo mês. Concordo com os protestos, sem sobra de dúvidas. Se estiver errado, é evidente que o povo brasileiro deveria ir à rua e mostrar aos governantes o poder de sua voz. O que aparentemente ficou esquecido desde o movimento das Diretas Já.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Até quando

"Anseio de ir sempre além, vontade de nunca chegar, jamais porto tão sedutor a ponto de me fazer ancorar."